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O custo invisível de uma liderança despreparada
Há uma cena que não saiu da minha cabeça. Enquanto milhões de brasileiros assistiam à Seleção, eu observava também outro jogo. Não era o placar. Não eram os gols. Era Carlo Ancelotti. À beira do campo, ele parecia fazer muito pouco. Não gritava. Não gesticulava de forma exagerada. Não tentava controlar cada movimento dos jogadores. Sua principal ação era permanecer presente. Naquele instante, lembrei de uma frase que ouvi de um presidente de empresa anos atrás: “Quando a pres
Paula Dolci
há 2 dias3 min de leitura
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